24 de nov. de 2015
Sutil estado
16 de nov. de 2015
Teoria mais razoável
28 de out. de 2015
Extrato FED 22 - Narcóticos, Escolas, Resultados
- Há uma outra questão que me interessa muito. Os iogues servem-se de diversas substâncias para provocar determinados estados. Não se trataria, às vezes, de narcóticos? Eu mesmo fiz numerosas experiências desse gênero e tudo que li sobre magia me prova claramente que todas as escolas de todos os tempos e de todos os países fizeram amplo uso dos narcóticos para a criação desses estados que tornam a "magia" possível.
- Sim, respondeu G., em muitos casos, essas substâncias são o que você chama de "narcóticos". Mas podem ser empregadas, repito, para fins diferentes. Algumas escolas servem-se dos narcóticos da forma correta. Seus alunos os tomam para estudar-se a si mesmos, para melhor se conhecerem, para explorar suas possibilidades e discernir, de antemão, o que poderão atingir efetivamente ao final de um trabalho prolongado. Quando um homem pode assim tocar a realidade do que aprendeu teoricamente, trabalha a partir de então conscientemente, sabe para onde vai. É, às vezes, o caminho mais fácil para se persuadir da existência real das possibilidades que o homem frequentemente suspeita em si mesmo. Existe uma química especial para esse fim. Há substâncias particulares para cada função. Cada função pode ser reforçada ou debilitada, despertada ou adormecida. Mas é indispensável profundo conhecimento da máquina humana e dessa química especial. Em todas as escolas que seguem esse método, as experiências são efetuadas só quando realmente necessárias e somente sob o controle experimentado e competente de homens que podem prever todos os resultados e tomar as medidas necessárias contra os riscos de consequências indesejáveis. As substâncias empregadas nessas escolas não são, portanto, apenas "narcóticos", como você as chama, embora grande número delas seja preparado a partir do ópio, o haxixe, etc.
"Outras escolas empregam substâncias idênticas ou análogas, não para alcançar fins de experiência ou estudo, mas para alcançar, mesmo que por pouco tempo, os resultados desejados. O uso adequado de tais drogas pode tornar um homem momentaneamente muito inteligente ou muito forte. É claro que, depois disso, ele morre ou fica louco, mas isso não é levado em consideração. Tais escolas existem. Você vê, pois, que devemos falar das escolas com prudência. Podem fazer praticamente as mesmas coisas, mas os resultados serão totalmente diferentes."
18 de out. de 2015
Uma linha tênue
Já o sofrimento, a dor, te mantém alerta, te faz fugir, não te deixa dormir, é angustiante, o tempo não passa, sua percepção é ampliada mas direcionada, aguça o raciocínio que prospecta a saída dessa condição...
Existem caminhos a se seguir, o que aprendemos desde sempre, ou seja, o caminho que o mundo segue, é muito próximo ao de um jogo de azar. O adequado para um pleno viver, ou o mais correto, exige trabalho e condições adequadas... tanto de si, quanto dos outros e do meio. Me faltam as diretrizes, as vivências... a reflexão supre muita coisa mas é necessário conhecer quem já trilhou esse caminho.
10 de out. de 2015
Sensações/Percepções/Experiências Incomuns 2
16 de set. de 2015
Sensações/Percepções/Experiências Incomuns 1
29 de jul. de 2015
Pensamento
de maneira geral, o objetivo da complexidade nos seres, é a resiliência/resistência/sobrevivência às adversidades do universo.
25 de jul. de 2015
Observação - ação - ação seguinte - retorno - condicionamentps
11 de jul. de 2015
Observação "essere"
Compreender e entender são coisas diferentes, ou pelo menos deveriam ser. A colheita dos processos básicos de meditação: observação imparcial do que se passa na sua mente, a concentração extrema num dado pensamento e por fim, o vazio de pensamentos. Tudo isso, me fez, primeiro, entender um pouco da mente, em seguida, me fez compreender que realmente não somos nem nossa mente, nem nosso corpo. São partes, intra e inter conectadas, além de outras. Se fosse fazer um panorama básico disso que não tem nome, penso que, temos, no caso, a grande maioria, um autoconhecimento número 5, numa escala de 0 a 100. Isso diante do conhecimento total, que é uma elucubração totalmente minha e parcial ao meu conhecimento, o que seria de 20. Sabemos muito como humanidade mas não temos o controle sobre esse conhecimento, ao que poderíamos ser, ao auto controle, ao auto-desengano, ao auto-poder...
11 de jun. de 2015
Teste de "vontade"
O que é a vontade? O que pode gerá-la? O que pode atiçá-la?
Sabendo que isso é um processo individual (autoconhecimento), e sabendo como ativá-la, seria isso uma muleta?
Quais seriam alguns testes básicos de vontade? A busca de pensamentos que a ativem, lembranças que a ativem. Seria isso um precursor dos "exercícios avançados"?