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19 de mar. de 2016

Sensações/Percepções/Experiências Incomuns 4

Lembro-me que, durante um sonho/projeção, estava em um lugar muito parecido com o que havia me mudado recentemente, entretanto, nesse lugar, haviam traços característicos de uma zona conflituosa pois o ambiente era denso. Lembro-me que lá pelas tantas desse sonho/projeção, passavam em frente ou por perto dessa casa um casal de "policiais" a procura de algo ou alguém nas redondezas. Eles estavam acompanhados de uma criatura que não conseguia identificar. Nesses casos, creio que o cérebro ou paracérebro, quando não consegue dar forma para algo que você está "vendo" (e que nunca viu antes), ele dá a forma de algo que seja mais próximo daquela "figura turva", então, aquilo se tornou uma espécie de um cachorro. A minha grande experiência reside no momento em que esse "animal" passa próximo à mim, tenho uma sensação análoga a experiência de um trem passando em alta velocidade do meu lado, ou seja, algo impossível de ser parado. Ele não era grande nem feroz, mas transmitia essa força descomunal, era algo maciço, denso... Marcou me isso, lembro-me também da sensação de impotência e quão éram descomunais os nossos "níveis", ao mesmo tempo, não tive medo pois, de alguma forma sabia que eles sabiam que minha índole era boa. Penso que essa é uma das "ferramentas" para limpar os ambientes, pois creio que nada suportaria a simples presença daquela criatura. Resta saber o que estava fazendo lá...

24 de nov. de 2015

Sensações/Percepções/Experiências Incomuns 3

Não sei ao certo o grau que consegui experienciar disto, já fazem muitos anos e só tenho lembrança de ser só uma vez, a ataraxia. Nem sei se posso dizer se esse era um estado ataráxico, mas é o que melhor descreve o que fui, ou como estava. Um fabuloso estado de imperturbabilidade, ainda consigo rememorar, lá no fundo, bem distante, o gosto psicológico desse estado consciencial. Não era de prazer, o que dava prazer, era a posição que estava, não era atingido. Mais que tranquilidade, era plenitude, uma espécie de "indiferença" perante aos problemas mas com a consciência de que tinha que resolvê-los, era um estado de leveza.

4 de nov. de 2010

Essere

Chuang T'zu dizia que existem dois modos de compreender: aquele que se alcança por meio dos sentidos e aquele que se atinge por meio do êxtase meditativo. Devido ao nosso modo de viver, de nossos hábitos ou ainda empregando e adaptando um termo de Monsieur Gurdjieff: "devido as condições anormais da existência humana", nos tornamos incapazes de experenciar diversos tipos de sensações e modos de compreensão naturais. Trabalhar sobre si é essencial para adquirir referenciais e compreender que trafegamos entre limitadas graduações de felicidade, cólera, amor, tristeza, paixão, ira, serenidade, de contentamentos e descontentamentos. Para efeito de comparação lembremos de um estado relativamente comum, o da inspiração. Ou ainda, como diz o vulgo, o "estar zen", ou ataráxico, como diriam os antigos e verdadeiros sábios gregos...

16 de mar. de 2010

Cegueira

Acho terrívelmente triste olhar para uma pessoa idosa que ainda se preocupa demasiadamente com problemas banais.