Na dúvida do que fazer, dos caminhos a se seguir (ou do conhecimento externo) a busca pelo autoconhecimento sempre será um caminho a se seguir. Mas em suma, todo conhecimento é válido, dentro de uma "cosmoética".
Mostrando postagens com marcador auto-conhecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador auto-conhecimento. Mostrar todas as postagens
20 de jun. de 2023
24 de nov. de 2015
Sobre vícios
Para toda força aplicada, existe uma força contrária. O vício é uma "força" que está sendo aplicada. A solução para neutralizá-la, é saber o que pode ser aplicado como uma força contrária. Essa é a resposta "universal", entretanto, as pessoas são/estão muito "diversificadas". Os românticos dizem que são únicas, prefiro pensar que existem alguns milhares de "tipos" que podemos dividir em modelos. Voltemos a solução... essa é a resposta universal... é necessário autoconhecimento, auto-observação. Um mesmo vício, com os mesmos sintomas, com as mesmas perturbações podem ser neutralizados quando se aplicam "forças" de diferentes tipos, de diferentes formas, com ritmos diferentes, em diferentes "graus" de intensidade, em determinados momentos oportunos. Me ocorre agora... porque não existem disciplinas de estudos inter e intra-pessoais/conscienciais nas escolas? Até me ocorre uma possível resposta mas ela é espiritual demais, apesar de ter lógica dentro de um determinado contexto. Outro estado de ser é essencial para a saída do estado vicioso. É interessante e me causa uma espécie de entusiasmo, saber que, o "ser" pode ser outras coisas... que existem muitos condicionamentos, tanto frágeis quanto fortes, e que no fim, somos/estamos e sempre seremos/estaremos mutáveis. Isso me faz pensar diferente sobre a evolução, sobre o progresso... sobre esse objetivo máximo que acaba sendo uma idealização, e que só existe em um universo perfeito ou em um mundo imaginário. O ideal, o prático, o pragmático, digamos, o "real", é a mutabilidade, é a variação. É "evoluir" e "involuir" para mudar e adaptar ao universo, ou meio que também sofre das mesmas variações...
28 de out. de 2015
Extrato FED 22 - Narcóticos, Escolas, Resultados
...
- Há uma outra questão que me interessa muito. Os iogues servem-se de diversas substâncias para provocar determinados estados. Não se trataria, às vezes, de narcóticos? Eu mesmo fiz numerosas experiências desse gênero e tudo que li sobre magia me prova claramente que todas as escolas de todos os tempos e de todos os países fizeram amplo uso dos narcóticos para a criação desses estados que tornam a "magia" possível.
- Sim, respondeu G., em muitos casos, essas substâncias são o que você chama de "narcóticos". Mas podem ser empregadas, repito, para fins diferentes. Algumas escolas servem-se dos narcóticos da forma correta. Seus alunos os tomam para estudar-se a si mesmos, para melhor se conhecerem, para explorar suas possibilidades e discernir, de antemão, o que poderão atingir efetivamente ao final de um trabalho prolongado. Quando um homem pode assim tocar a realidade do que aprendeu teoricamente, trabalha a partir de então conscientemente, sabe para onde vai. É, às vezes, o caminho mais fácil para se persuadir da existência real das possibilidades que o homem frequentemente suspeita em si mesmo. Existe uma química especial para esse fim. Há substâncias particulares para cada função. Cada função pode ser reforçada ou debilitada, despertada ou adormecida. Mas é indispensável profundo conhecimento da máquina humana e dessa química especial. Em todas as escolas que seguem esse método, as experiências são efetuadas só quando realmente necessárias e somente sob o controle experimentado e competente de homens que podem prever todos os resultados e tomar as medidas necessárias contra os riscos de consequências indesejáveis. As substâncias empregadas nessas escolas não são, portanto, apenas "narcóticos", como você as chama, embora grande número delas seja preparado a partir do ópio, o haxixe, etc.
"Outras escolas empregam substâncias idênticas ou análogas, não para alcançar fins de experiência ou estudo, mas para alcançar, mesmo que por pouco tempo, os resultados desejados. O uso adequado de tais drogas pode tornar um homem momentaneamente muito inteligente ou muito forte. É claro que, depois disso, ele morre ou fica louco, mas isso não é levado em consideração. Tais escolas existem. Você vê, pois, que devemos falar das escolas com prudência. Podem fazer praticamente as mesmas coisas, mas os resultados serão totalmente diferentes."
- Há uma outra questão que me interessa muito. Os iogues servem-se de diversas substâncias para provocar determinados estados. Não se trataria, às vezes, de narcóticos? Eu mesmo fiz numerosas experiências desse gênero e tudo que li sobre magia me prova claramente que todas as escolas de todos os tempos e de todos os países fizeram amplo uso dos narcóticos para a criação desses estados que tornam a "magia" possível.
- Sim, respondeu G., em muitos casos, essas substâncias são o que você chama de "narcóticos". Mas podem ser empregadas, repito, para fins diferentes. Algumas escolas servem-se dos narcóticos da forma correta. Seus alunos os tomam para estudar-se a si mesmos, para melhor se conhecerem, para explorar suas possibilidades e discernir, de antemão, o que poderão atingir efetivamente ao final de um trabalho prolongado. Quando um homem pode assim tocar a realidade do que aprendeu teoricamente, trabalha a partir de então conscientemente, sabe para onde vai. É, às vezes, o caminho mais fácil para se persuadir da existência real das possibilidades que o homem frequentemente suspeita em si mesmo. Existe uma química especial para esse fim. Há substâncias particulares para cada função. Cada função pode ser reforçada ou debilitada, despertada ou adormecida. Mas é indispensável profundo conhecimento da máquina humana e dessa química especial. Em todas as escolas que seguem esse método, as experiências são efetuadas só quando realmente necessárias e somente sob o controle experimentado e competente de homens que podem prever todos os resultados e tomar as medidas necessárias contra os riscos de consequências indesejáveis. As substâncias empregadas nessas escolas não são, portanto, apenas "narcóticos", como você as chama, embora grande número delas seja preparado a partir do ópio, o haxixe, etc.
"Outras escolas empregam substâncias idênticas ou análogas, não para alcançar fins de experiência ou estudo, mas para alcançar, mesmo que por pouco tempo, os resultados desejados. O uso adequado de tais drogas pode tornar um homem momentaneamente muito inteligente ou muito forte. É claro que, depois disso, ele morre ou fica louco, mas isso não é levado em consideração. Tais escolas existem. Você vê, pois, que devemos falar das escolas com prudência. Podem fazer praticamente as mesmas coisas, mas os resultados serão totalmente diferentes."
25 de jul. de 2015
Observação - ação - ação seguinte - retorno - condicionamentps
Auto-conhecimento. Self-Knowledge. Percepção. Observação. Condicionamento.
A identificação, por repetição/observação. Os tipos de reflexo, seus resultados.
Um sabor de um alimento qualquer... que induz ao querer de outro sabor que acompanha bem esse alimento anterior... que induz a alguns pensamentos.
Uma música... que induz a um determinado momento de ações ou da busca de algum objetivo... que são na maioria das vezes lembranças quaiquer.
Uma ação mecânica, rotineira, diária... que induz um vício qualquer... que induz a uma auto-repressão positiva.
A repetição de tais experiências, na maioria das vezes, induzem as mesmas e determinadas percepções/experiências. Isso é acidental na maioria das vezes. Mas, isso pode ser disciplinado quando pensamos no que cada parte de si necessita para disciplinar-se, ou para dar-nos-lhe uma direção. Precisamos partir de um sistema psicológico qualquer para entender isso, mesmo que seja subjetivo, uma das partes necessita de apoio estritamente lógico para amparar a si e as outras. Isso me faz pensar no quão nossa psique é limitada. O quão poderíamos ser/estar/fazer...
Me faz pensar naquela teoria de que não usamos nem 10% de nossa capacidade cerebral... Me faz lembrar/sentir o "super-homem" de Nietszche ao qual nunca estudei, apenas ouvi qualquer coisa em algum lugar... Me faz pensar em possibilidades de uma vida mais inteligente... assim como me faz comparar-nos dentre as diversas espécies animais conhecidas e imaginar outras que vão muito além disso tudo.
2 de mai. de 2012
17 de mar. de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)