Mostrando postagens com marcador Psiquismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Psiquismo. Mostrar todas as postagens

19 de mai. de 2023

Curiosidades/observações sobre a psique humana I

Os homens possuem a incrível capacidade (deturpada) de se acharem importantes perante o universo, perante a si mesmos, perante aos outros seres.

21 de jun. de 2013

Observação - Psiquismo

Aprendi, comigo mesmo, que não se pode aceitar/confiar nas respostas imediatas que você mesmo dá a si mesmo diante de alguma situação aparentemente comum. Espero lembrar disto. Este é um outro problema a se solucionar: fixar aprendizados que você sente não tê-los totalmente assimilados, quando faltam diversas avaliações, diversas considerações a se fazer.

25 de mai. de 2013

Observações - Consciência - Propaganda

Partindo de um ponto qualquer na nossa "cadeia"...

...quanto mais propaganda mais vendas. Quanto mais vendas mais "necessidade" de dinheiro. Quanto mais necessidade de dinheiro mais dívidas. Quando mais dívidas mais "necessidade" de trabalhar. Quanto mais trabalho menos tempo. Quanto menos tempo, menos é possível o desenvolvimento de si ou de outras coisas.

Essa cadeia pode não afetar o que importa (desenvolvimento de si ou de outras coisas) para algumas pessoas, mas, a grande maioria é afetada. Em um maior ou menor grau. Em uma pequena ou grande escala dentro de uma organização social. Em até algum determinado ponto da "cadeia" ou até o seu re-ciclo.


Não sou contra, nem a favor, mas como um ser pensante, sei que existem outras formas mais harmoniosas de organização. E como um ser pensante, consigo determinar a partir de observações e associações lógicas, pela memória, se cedo ou não a tal propaganda. Enfim, a propaganda é apenas uma camada superficial para determinados objetivos. Sua ascenção foi rápida. O que aconteceria com os meios de comunicação com 50% menos de propagandas? Posso imaginar muitas coisas, desde situações "caóticas" até organizações colaborativas. A semi-servidão é o preço que que pagamos para evitar essas dinâmicas extremas? A ordem é estabelecida. O progesso traz benefícios e malefícios. Podemos chegar harmoniosamente, dentro de nossas possibilidades, a um desenvolvimento máximo. A perfeição como sempre e que assim seja, é uma utopia.

15 de dez. de 2012

Anotação - Psicopatologias

Meu tipo de personalidade destrói qualquer possibilidade de doenças como a depressão.

17/12/2012
Meu tipo de personalidade aliada as minhas crenças, destroem qualquer possibilidade de doenças psico-biológicas como a depressão.

31 de ago. de 2012

Política - Anotações - Ingenuidades I

Há muito tempo atrás, quanto tinha em torno de 10 anos, acreditava que todos aqueles que ocupavam um cargo "político", haviam cursado alguma espécie de "faculdade de política". Jurava... acreditava... era a lógica... quanta ingenuidade! Mais tarde descobri que qualquer pessoa poderia ser um "político de profissão" e que não existia nenhuma formação ou obrigação específica para ser cumprida... assim como existe para a maioria das profissões... minha cabeça deu um nó. Naquela época acreditava, é claro, por impulso dos "mais velhos", que a educação era uma obrigação.

---

Inventei um bordão:
"Político que faz obras
em época de eleição
merece total indignação"

---

Há falhas nos fundamentos, na "filosofia do sistema" de escolhas, é algo mais profundo e manipulado. As pessoas, os eleitores são pessoas dos mais variados tipos, formações, culturas, graus, cada um com características e experiências múltiplas, diversas. Grandes grupos, "sociedades" influenciadas por alguns fluxos dominantes. Os números estatísticos são estudos para formas de controle, e não valem de muita coisa... por mais que se diga que o analfabetismo está na faixa de x%, isso não corresponde a realidade. A grande maioria das pessoas são, ingênuas. Digo isso tanto no sentido literal mas também acrescentando a idéia de ignorância, a falta de experiência no meio político, a falta de informação e sobretudo a falta do "pensar por si". Quando uma maioria exerce o seu direito de votar, e considerando que essa é uma "maioria ingênua"... o que pode acontecer? As eleições, ou o sistema de escolha, ou de representação, etc... se baseia na quantidade de votos. O que aconteceria se o sistema se baseasse na qualidade dos votos e não na quantidade? Se um determinado político recebe a maioria dos votos, isso não significa que ele é a opção de "melhor qualidade". Quando o sistema olhar as pessoas com discriminação, talvez as coisas mudem. Digo talvez por que os seres que querem se dar bem as custas dos outros sempre acham uma brecha para tudo. A discriminação não é no sentido de negação, mas de fato, as pessoas possuem uma "medida de peso", pelo que elas são e pelo que elas fazem. Assim é a natureza e para "remediar" isso, existe a evolução. A idéia de meritocracia da elite não me agrada, porque ela é falsa desde o princípio... onde nem todos partem da mesma linha de partida, e nem todos competem de forma justa e igualitária ao longo da "corrida"... existe muita discrepância. Quando o voto do eleitor, assim como os candidatos, tiverem um "peso qualitativo", quando forem escolhidos pelos pontos positivos, muita coisa vai mudar.
 
---

Coisas que se na boca do povo: "Ha! Você viu? A dona Fulana se candidatou! Você sabe quem é né? Mulher boa! Trabalhadora! E o Seu Cicrano... Trabalhava la no lugar X..."

Desde o momento que passei a observar um pouco mais o mundo e as pessoas, frases desse tipo sempre me surpreendem pelo fato de eu nunca ter ouvido falar o nome da Dona Fulana ou do Seu Cicrano... Quando vejo um diálogo desses por aí... paro e vasculho em minha memória, algo sobre o Seu Cicrano... geralmente nada me vem à mente. Será que tenho algum problema? É muito comum ver pessoas assim, ingênuas... ou então, aquelas demasiadamente pessimistas.


---

Adquiri, via meus estudos sobre estudos de outros, o apreço pelos ditos populares. Atribuo a eles o título de "sabedoria das idades" ou "sabedoria das eras". Um pouco pomposo mas prefiro-o enxergar assim. Há um que diz:"cabeça vazia, oficina do diabo". É vero! Entretanto serve para os dois lados... Quando se mantém o povo ocupado. Não existe tempo para divagar sobre questões públicas, políticas, filosóficas, diretas e objetivas. Manter o povo ocupado significa: menos "dores de cabeça" para quem está no controle. Esse sistema é tão antigo que está incorporado na "genética psicológica" e orgânica de todo ser "político escravagista". De certo que, é um pouco culpa da natureza, onde: "o mais fraco se submete ao mais forte". Ou a aplicação de uma lei superior sobre uma inferior... É um pouco também da velha história de adquirir coisas que você não precisa. De fato estamos muito "domesticados"... perdemos com essa domesticação toda, ou quase toda, "vontade de ação diante de acontecimentos que exigem uma "re-ação". Está incorporado em nossa personalidade essa desgraçada característica psíquica. Quando se tem o que comer, beber e passar o tempo... mesmo que isso seja o mínimo, as pessoas irão se submeter. Esse é um ciclo vicioso, funesto e é o atual fluxo, da humanidade. É preciso ser/estar "esperto" para viver nessa sociedade tomando todos os cuidados para não se infectar, é preciso estar consciente, tarefa nada fácil e que por diversas vezes te derruba. Quebrar esses fluxo vicioso significa ter experiências extraordinárias, coisa que muito dificilmente irá acontecer para quem anda com a boiada. Tais experiências acometem a minoria das minorias, e olhe lá... Vejo o mundo contendo diversos fluxos... talvez um dia destrincharei essa minha visão, mas por agora não me sobra tempo nem para as necessidades básicas...

22 de jun. de 2012

Observação - Psiquismo

Uma caracteristica interessante do psiquismo humano, constatada diversas vezes. As pessoas, depois de lhes apresentada alguma idéia revolucionária, um novo conceito, algo fascinante em geral, se vitalizam de tal maneira que você chega a imaginar grandes melhoras para sua vida. Entretanto, esse efeito vitalizador se prolonga por alguns poucos dias, elas voltam ao comodismo. A idéia continua como antes mas sua vontade não. Instigar ou não instigar, eis a questão?

18 de mar. de 2011

Psiquismo III

O desenvolvimento unilateral é a chave! São necessárias poucas experiências mas que preencham determinados espectros de nossa percepção. O "ocorrido" é simples, mas quando levianamente observado, torna-se vasto e confuso. Isso é precisamente uma das características do ser unilateral. Entender não é compreender. A compreensão de uma experiência ocorre quando há a atividade da atenção em mais de uma parte da composição humana. Digamos que isso é um refinamento, ou uma progressão perante a tudo o que nos rodeia afim de progredir. Quando há o direcionamento consciente da experiência através das partes que nos compõem, há uma melhor compreensão. Não nascemos com um manual, então, encontramos diversas classificações dessas nossas partes. Apenas para nortear podemos adotar um modelo simples e popular da composição humana formada pelo: corpo(sensações, instintos), mente(pensamentos, imaginação) e alma(sentimentos, emoções). É fácil encontrar uma míriade de delimitações ou classificações dessas partes em diversos sistemas, tradições etc, mas essa é uma boa base. São conceitos e nada mais, apenas tornam as coisas inteligíveis pois quando se adota um ponto de vista universal, tudo isso é uma coisa só.

Qual é o papel de quem "pensa", de quem "ama", de quem "faz"? E qual o papel de quem acha que pensa, acha que ama ou acha que faz? Torna-se evidente a deficiência da compreensão prejudicada pela linguagem que por sua vez repercurte na "realidade". Ação/criação, essa é a grande diferença. É a partir daí que recebe-se a "percepção experimental" relativa à cada uma dessas partes. É assim que se quebra um ciclo vicioso, ou digamos, normal. É assim que se progride. Esse é um "conceito" relativamente complicado de se compreender pois, o que todos chamam de ação, é na verdade reação, apesar de toda reação ser uma ação, hehe. Ou seja apenas um conceito. Fica clara a divisão e o domínio dos homens subordinados a uma aparente inderteminada quantidade de "leis" daqueles que escolhem subordinar-se a essas "leis". Há o componente "escolha" e a compreensão disso é um caminho sem volta, tornando tudo o que antes era de suma importância, em banalidades. É deveras complicado expressar e compreender esses assuntos metafísicos somente pela leitura, para não dizer impossível. No cerne de muitas tradições antigas é possível encontrar a mesma coisa e ceifar aquele "pensamento-sensório" da "busca" para então, tranquilizar-se.

Muito se fala de evolução, de progresso da humanidade e muito pouco de involução. Isso é uma outra característica da unilateralidade da percepção. Uma espécie de inconsciência pois, estar cônscio, adaptando dois específicos conceitos de culturas diferentes, significa basicamente desenvolver um "estado de observador" ou desenvolver um "pensamento imparcial" perante a tudo. Se admitimos a evolução, é obrigatório admitir a involução. Quando se fala de ciência, fica mais chato separar as coisas mas, é certo que, tudo o que é relevante ganhou apenas uma nova roupagem, em suma, mais objetiva. Talvez para pessoas excepcionais, há vantagens de tamanha objetivação, classificação e delimitação de tudo. Voltando... podemos então analisar a evolução, ou melhor, a "educação" do homem separadamente pelas suas partes. É melhor usar o termo que se assemelha a educação pois dizer evolução consistiria numa análise completa do ser, coisa muito improvável de ser feita. Pois bem, cada uma dessas partes possuem também as propriedades que podemos chamar de "universais" tais como: velocidade, ritmo, polaridade etc. Estimular e absorver a experiência de maneira consciente consiste em identificar também a natureza da experiência mediante a relação com essas partes. Sabendo que, cada parte progride em níveis diferentes, em velocidades diferentes, em momentos diferentes e por diferentes experiências. O único laboratório para a aplicação disso tudo é em si mesmo e, talvez, de uma maneira disfarçada, na família onde inicialmente identificam-se as deficiências, corrigem-se essas deficiências e posteriormente desenvolvem-se outras capacidades. Tudo isso exige muito tempo para aplicação, as receitas já prontas são de difícil decifração, vamos então na tentativa, entre erros e acertos.

Como predomina a unilateralidade no mundo, a normalidade, e como sempre predominou, tais estudos e percepções só fazem sentido quando tudo aquilo que "entrerte", que "ludibria", que "distrai" o homem perde sua "graça". A filosofia, a verdadeira, ou aquela que não é institucionalizada, ou comercializada, ou popularizada, é um bom caminho a se tomar, ela permite trafegar em diferentes áreas e dialogar entre as diversas ciências tornando claro o que cada um deve fazer/ser, que é apenas uma coisa...

2 de jan. de 2011

Psiquismo II

Me faz rir, e espero que continue assim, observar a direção dos pensamentos que tomamos como máximas se tornarem nulas ou quase isso. Depois de fazer uma certa analogia de estudos pessoais que chamo de "referenciais", por falta de um nome melhor, com o famoso "mito da caverna" e de uma compreensão popular da "teoria da relatividade", eles perderam um pouco da força que tinham, basicamente porque os considerava como únicos. Que ingênuidade de minha parte! Entretando, a questão-problema dos "referenciais" continua me afligindo. Agora porém, não em sua identificação mas em sua sua forma de aplicação consciente. A cada investida sincera, digamos, do "pensamento", ou a cada meditação sobre esse tema, uma compreensão, uma desfragmentação do funcionamento do psiquismo humano ocorre. Por enquanto não há um método, há apenas percepções de fatos aleatórios que posteriormente, no momento meditativo adequado, são passadas pelo crivo de minhas impressões diversas afim de retirar a "compreensão direta" do fato.

Essa percepção direta é agora a preocupação central, pois depois de identificado tudo aquilo que pode ser tomado como base para referenciar-se resta saber como vivificar tais "referenciais". E agora, para que fique mais ou menos claro o que quero dizer, referenciar-se nada mais é do que a criação de um estado "intelecto-emocional" apropriado à uma determinada situação. "Intelecto-emocional" está longe do que isso representa mas é onde a linguagem nos permite representar. É possível encontrar uma descrição mais próxima disso em alguma grande tradição, religião, linhagem psicológica ou filosófica, entretanto, ainda não estou apto para fazer tais comparações. Para resumir ainda mais, digamos que é a alteração do "estado normal de consciência" afim de transformar os reflexos internos causados por objetos externos em algo controlável. Engana-se monstruosamente quem concebe a negação disto. Detesto fazer tais afirmações imperativas mas as vezes é necessário, mesmo que não seja verdade. Muito paradoxal para minha formação moral mas há uma explicação para isso que não convém ao momento.

Como mero estudante independente, espero ouvir críticas, sugestões e correções para eventuais falhas nas minhas exposições. Começo cada vez mais a apreciar e identificar-me com pensamentos holísticos, esotéricos, mitológicos. Não pela sua representação fantástica mas pela sua psicologia. Assim como Jung, por exemplo, com seus diversos estudos alquímicos. A idade e maturação de tais sistemas é o fator chamativo, pois há muito tempo eles fornecem chaves de referenciais para a psique, enquando a nossa psicologia moderna apenas engatinha. Essas palavras não são minhas mas dou total crédito ao meio em que é comum ouvi-las. Ainda não está claro mas começa a ter sentido uma associação entre referenciar-se e a iniciação dos antigos ou a morte e renascimento. Entretanto, "referenciar-se", do modo como o vejo, permite um tráfego muito maior de estados, diferentemente da iniciação que é algo mais sólido e fundamentado. A iniciação deveria ser a meta mas nosso modo de vida não nos permite alcançá-la.

1 de dez. de 2010

Psiquismo I

Re-educação, referenciais, percepção

Ultimamente, o tema "referenciais" sempre vagueia em minha mente durante minhas observações ou maquinações de um objeto ou de um acontecimento qualquer. É particularmente curioso observar que esse processo do "referenciar-se" não ocupa um lugar relevante nos atuais processos ordinários, seja no cotidiano ou em algo mais elaborado. Isso não é uma novidade pois, os antigos gregos, por exemplo, já o aplicavam em suas tragicomédias ao observarem que os momentos cômicos de uma peça eram mais intensos após um acontecimento trágico.

É necessário reeducar-se, ao menos para nós, reles mortais que tivemos durante todo o nosso principal processo de formação, uma educação ordinária e que, infelizmente, é normal para "todos". Para que isso aconteça, primeiramente, é necessário adquirir referenciais. Creio que assim podemos compreender durante o período em que estamos "referenciados", as estranhezas que ocorrem durante nossa vida, ou seja, no que pensamos, no que fazemos e no que sentimos. Isso é uma tentativa, antes de mais nada, de transcender nosso "ponto-de-vista particular", ou em outras palavras, aquilo que "adquirimos", afim de fazer, conhecer e perceber o que quer que seja, de uma maneira mais imparcial, objetiva, em suma, real. Será possível? Assim, em pensamentos, chegamos muito longe, mas chegamos também em absurdos pela falta de um limite. Entretanto, não há nada de ilógico nisso, há apenas um grande trabalho a ser feito.

Por muito tempo acreditei que para adquirir essa "visão" do que é real e do que realmente importa era necessário um afastamento. Esse é um meio mas não o único. É um tanto complexo imbuir-se destes referenciais, pois essa é uma daquelas coisas "sutis" que acabam caindo no esquecimento principalmente por serem sobrepujadas pelo "turbilhão" de pensamentos, de ações e emoções que nos circundam. Além de uma série de outros fatores que valem destacar: a "vontade débil" e uma "consciência fragmentada". Nossa atenção, ímpetos e desejos são capturados por esse turbilhão, o que torna indigno esse modo de vida onde não se obtêm o controle de si, ou seja, de seus pensamentos, ações e emoções.

Qual é a finalidade de tudo isso? Onde isso vai dar? Perguntam os inconscientes, ou os "conscientes fragmentados". Aonde você quiser, aonde sua capacidade de interpretação, associação, ação e sensação alcançarem. De minha parte, "tendencío", nos momentos mais elevados, a formular e procurar, perguntas e respostas, que sejam universais, atemporais, fundamentais, imparciais. De maneira que possam ser aplicadas sobre qualquer coisa, em qualquer lugar e a qualquer momento.