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29 de jul. de 2015

Pensamento

Necessita de mais elaboração mas...
de maneira geral, o objetivo da complexidade nos seres, é a resiliência/resistência/sobrevivência às adversidades do universo.

27 de mar. de 2013

Devaneio interessante

Tanto o que é denso quanto o que é sutil, buscam a mesma coisa: "imortalidade". Quanto mais denso mais indestrutível. Quanto mais sutil menos atacável. Um pela solidez e o outro pela "difusão". O fim é o mesmo.

4 de fev. de 2013

Devaneio - Pensamento

"Assim como é acima é abaixo", disse o sábio egípcio. O que pensamos ser a consciência, é pura inconsciência. Somente lampejos podemos ter da consciência. Muito provavelmente, quando chegarmos nessa consciência, ela será outra espécie de inconsciência. Pensar nisso, é, nesse atual estágio, perigoso e danoso para a maioria das pessoas. Não importa o que se É pois o ser é mutável. É muito mais importante dirigir a atenção ao atual estado de como se Está e ao o que se fazer.

20 de set. de 2011

...sofia

Lembro-me que, "andando" nalgum fórum ateu qualquer, encontrei uma tirinha que me fez pensar. Ao invés de postá-la aqui, vou tentar descrevê-la pelos recortes da memória. Ler torna mais gostosa a imaginação.

A tirinha é bem simples, são cinco personagens, todos gabando de sua ciência, começando pelo sociólogo discursando sobre a importância de seus estudos. Chega o psicólogo dizendo que a sociologia nada mais é do que psicologia aplicada. Entra em cena o biólogo retrucando que a psicologia é apenas reflexo de funções biológicas. Chega o químico, onde concluí que isso não passa de reações químicas. Chega o físico e dá uma risadinha. Quando pensa em falar, todos ouvem uma voz bem distante. É o matemático, lá... bem distante de todos.

Fiquei pensando onde estaria o filósofo nessa escala... por fim,  acabei lembrando que, a filosofia, a autêntica, a original, era uma mistura de todas essas ciências e outras mais. O que um filósofo falaria presses caras?

4 de set. de 2011

Devaneio Cosmo-matemático

Como o "Um" se torna "Dois" gerando o "Infinito". X é uma "existência", um ser/estar. Y é o contra-ponto, o "Não-ser", o "Vazio", o "Nada". Teoricamente o "Três" não existe sem os dois, ou seja, não existe movimento/ação/vida. São totalmente complementares.

X e Y
X+Y=Z
Z+X ou Z+Y ou Z+Z= A ou B ou C
A+X ou A+Y ou A+Z ou A+A ou A+B ou A+C ...

13 de jul. de 2011

Estudos evolutivos...

Isso é mais um daqueles pensamentos óbvios mas que não conseguimos chegar neles sem algum esforço. Fica então a cargo daquelas pessoas "vontajosas", buscadoras, persistentes, que estão sempre inquietas ou insatisfeitas com o estado atual de si e das coisas.

Mas, enfim, estava a estudar algumas palestras de um "filósofo-cientista-historiador alternativo" na qual ele especulava sobre a vida fora da Terra e propunha o seguinte pensamento; "existem alguns bilhões de planetas e alguns milhões de estrelas nessa galáxia que chamamos de Via Láctea. Assim como ela, existem outras milhões de galáxias, todas nesse universo e..." - aqui vem a grande "sacada óbvia" - "...assim como esse universo, existem outros milhões de universos, seria muita ingenuidade acreditar que somos os únicos..."

Me ocorreu na hora um pensamento meio louco em que, ao admitir essa "multiversalidade", poderíamos compreender algumas leis que regem esse universo e que até hoje não temos uma explicação razoável, como por exemplo a lei da gravidade. Elas se fundamentaríam nesses outros universos e a ligação entre eles seria por alguma dessas teorias dimensionais, como a das supercordas, por exemplo. E porque não, também, supor alguns milhões de dimensões?

É fato que esses assuntos parecem sem sentido, que não tem nada de prático, que se tratam de coisas impalpáveis etc. Mas, contudo, todavia, entretanto... isso tudo pode ter muito sentido, pode também ser algo utilizável e muito palpável. Como? "Chuang Tsu sonhou ser uma borboleta, mas ao acordar, não sabia se agora era uma borboleta que sonhava ser um homem." Tudo a seu tempo... se não acabamos tentando "saltar pelos próprios joelhos", como diria Nasrudin. A questão é, quando? E a resposta é, agora! Devagar e sempre pois, devagar é pressa!

20 de dez. de 2010

Devaneio

Sócrates era um cara esperto! Um dia, um certo sacerdote malandrops, vendo que o tal sujeito estava se tornando pop na velha Atenas, pensou e re-pensou formas de tirar alguma vantagem disso. Passou algum tempo procurando uma forma grandiosa de pavonear a si e o velho, visando é claro, conseguir alguns favores, aumentar seu prestígio, enfim, fazer uma certa politicagem, e diga-se de passagem, coisa muito comum desde aquela época. Foi quando lhe veio à mente, a maravilhosa idéia de usar o todo poderoso oráculo em suas maquinações. Pois bem, depois de tudo pensado e esquematizado, era só aguardar o momento propício para puxar o saco, ou em outras palavras, de paparicar o velho. Foi então, numa praçinha qualquer da velha Atenas durante uma das ensinanças do velho, que surge o malandrops sorrateiramente. Todos acham um pouco estranho mas não dão muita importância e logo a sua presença se dilui entre os ouvintes. Depois de muito tempo e sem entender nada do que o velho indagava, num momento oportuno, o sumo-malandrops interrompe o velho, agora vestindo uma máscara de humildade mas sem perder a sua pomposidade, e lhe diz: "Trago-lhe uma mensagem Do'alto. Recebi-a diretamente do Oráculo de Delfos. Tu é o mais sábio dentre todos os sábios." Alguns ali presentes ficam estupefados com tal revelação, outros já torcem o nariz diante de tal fato. Sócrates, que não era bobo nem nada, pensou: "Que sacerdote #$%!@#. Tá querendo me endeusar. Justo eu? Como sair dessa? Já sei! Vou sair limpo dessa, nem privilengiando esse sacana, nem indo contra esse Oráculo." Calmamente o velho, sem transparecer nada, caleijado pelo uso das palavras e suas associações com o pensamento, desvia o olhar para o malandrops e pronuncia o seguinte: "Só sei que nada sei."