20 de ago. de 2014
Pensamento
Edit 17/12/2014
Tudo é relativo... inclusive as "verdades"... de cada tempo.
29 de abr. de 2013
"Subconsciente"
5 de jan. de 2013
Teorias Abstratas
24 de set. de 2012
Diabetes
Todos os nossos órgãos, necessitam de uma quantidade considerável de "energia" para a produção de substâncias específicas ou/e "refinadas": hormônios, vitaminas, etc. Poderíamos dizer que o processo de produção dessas substâncias é o "motivo de existência" dos órgãos, que visam manter um "todo", o corpo. Eles trabalham para isso e gastam grandes quantias de outros tipos de energia para isso. Me parece que o "cérebro" e os "órgãos sexuais" são os que mais necessitam de energia na minha idade.
Existem várias fontes de energia, a principal vem do ar, seguida da "energia" produzida durante o sono e por fim a da alimentação. Existem também energias que são produzidas a partir de outras energias. Com certeza existem outros processos reparadores, vitalizadores, energizadores...
Suponho que, estresses moderados ao longo da semana, picos de ansiedade, insônia e/ou poucas horas de sono, são os fatores que minaram a minha "energia". Sendo assim, o corpo, ou a natureza, afim de manter o processo da "vida", "automaticamente" desloca a "energia" dos "órgãos não-vitais" para os "órgãos vitais" ou simplesmente "desliga" esses "órgãos não vitais" para que sobre mais energia para os "órgãos vitais". E assim, meu pâncreas parou de produzir a sua principal substancia: a insulina. E assim me tornei o que os médicos classificam como um diabético tipo 1. Tudo tende a "cair" e penso que reverter esse processo exige muito mais energia do que a empregada para essa derrubada...
12/12/2012
Durante alguns estudos obtive a informação de que esse processo de desenvolvimento "repentino" da diabete mellitus está ligado a algum tipo de infecção moderada/grave a algum tempo atrás. No meu casoa coqueluche que me atacou no ano passado. Penso também que o consumo de leite foi um agravante devido a algum mal funcionamento nos processos de absorção do sistema digestivo.
27 de set. de 2011
Interrogando um dos Sete Sábios
Ele dizia que a morte não difere da vida. "Por que, então", disse alguém, "não morres?" "Porque", disse ele, "não faz diferença". Quando lhe perguntaram quem era mais velho, o dia ou a noite, ele respondeu: "A noite é mais velha por um dia." Alguém perguntou se o homem pode ocultar aos deuses uma ação má: "Não", respondeu ele, "Nem sequer um mau pensamento". A um adúltero que lhe perguntou se poderia negar a acusação mediante juramento ele respondeu que o perjúrio não era pior que o adultério. A alguém que lhe perguntou qual era a coisa mais difícil ele respondeu: "Conhecer-se a si mesmo." "E qual a mais fácil?" "Dar conselhos aos outros." "Qual a coisa mais agradável?" "O sucesso." "Que é o divino?" "O que não tem princípio nem fim." Quando lhe perguntaram qual foi a coisa mais rara que ele já vira, sua resposta foi: "Um tirando idoso." "Como poderá uma pessoa suportar melhor a adversidade?" "Se lhe for possível, ver seus inimigos em situação pior." "Como poderemos viver da maneira melhor e mais justa?" "Abstendo-nos de fazer o que censuramos nos outros." "Quem é feliz?" "Quem tem o corpo saudável, o espírito atilado e a natureza dócil." Ele nos diz que devemos lembrar-nos dos amigos quer estejam presentes, quer ausentes; que não devemos orgulhar-nos de nossa aparência, e sim esforçar-nos por ser belos no caráter. "Não devemos enrriquecer de maneira condenável" - diz ele - "e nem mesmo uma palavra deve tornar-nos odiosos a quem confiou em nós". "Deves esperar de teus filhos tudo o que fizeste por teus pais." Ele explicava a cheia do Nilo como sendo devida aos ventos etésios que, soprando na direção contrária, forçam as águas a refluírem.
"Vidas e doutrinas dos filósofos ilustres", Diôgenes Laêrtios, Tales de Mileto