11 de jul. de 2015

Observação "essere"

Compreender e entender são coisas diferentes, ou pelo menos deveriam ser. A colheita dos processos básicos de meditação: observação imparcial do que se passa na sua mente, a concentração extrema num dado pensamento e por fim, o vazio de pensamentos. Tudo isso, me fez, primeiro, entender um pouco da mente, em seguida, me fez compreender que realmente não somos nem nossa mente, nem nosso corpo. São partes, intra e inter conectadas, além de outras. Se fosse fazer um panorama básico disso que não tem nome, penso que, temos, no caso, a grande maioria, um autoconhecimento número 5, numa escala de 0 a 100. Isso diante do conhecimento total, que é uma elucubração totalmente minha e parcial ao meu conhecimento, o que seria de 20. Sabemos muito como humanidade mas não temos o controle sobre esse conhecimento, ao que poderíamos ser, ao auto controle, ao auto-desengano, ao auto-poder...

11 de jun. de 2015

Teste de "vontade"

Rascunhos pensênicos: o quão forte é sua vontade? A vontade pode ser medida, ao menos, empíricamente. Basta observar que ela é diferente em cada momento do dia.

O que é a vontade? O que pode gerá-la? O que pode atiçá-la?

Sabendo que isso é um processo individual (autoconhecimento), e sabendo como ativá-la, seria isso uma muleta?

Quais seriam alguns testes básicos de vontade? A busca de pensamentos que a ativem, lembranças que a ativem. Seria isso um precursor dos "exercícios avançados"?

12 de abr. de 2015

Venerável Nasurdin III

Nasrudin entrou na casa de chá. Olhou os presentes e exclamou:
- "A Lua é de maior utilidade que o Sol."

Interrogaram-se os ouvintes. Seria verdade tal asseveração?
Até que o questionaram:
- "Porquê, Mullá?"
- "Ora, necessitamos de mais luz à noite que de dia.”

10 de abr. de 2015

Observação - Percepção

Por vezes tenho pensamentos que considero como sendo máximas das máximas. Eles carregam novos significados, força, motivam, tem a capacidade de transformar positivamente... O curioso é que,  posteriormente, passados alguns dias ou até horas, sua força se esvaece. Não possuem, ou melhor, não mais me causam aquela "sensação de ser" característica de antes. Isso se deve, e não tenho muitas dúvidas com relação a isso, ao estado de consciência atingido no momento. Consigo acessar, as vezes, tal estado depois de algum período imerso em estudos filosóficos/psicológicos.

A máxima da vez é: quando as consciências estão elevadas não há conflito, pelo menos não do tipo que conhecemos. Observemos por quanto tempo essa "sensação" permanecerá. Isso surgiu quando observava um casal discutindo e me colocará na pele da criança que os observava sem esboçar nenhuma reação. Não sei se não entendia o que acontecia ou se seus pensamentos estavam distantes dali.


Idéia interessante

Competição (declarada (mútua)) de quem trata melhor o outro.

Observação (política, social)

Uma "boa ação", carregada de uma espera de retribuição,  ou carregada de segundas intenções, é repugnante. Tanto de quem cria tal situação quanto de quem aceita sem esboçar alguma resistência. Em uma análise mais profunda, a da postura de aceitação, creio que a falha reside na confusão da cognição classificativa e estereotipada da palavra "boa" estar associada no contexto. Uma falha "sináptica", um atalho condicionado...

28 de mar. de 2015